A tarifa básica do sistema metroferroviário da Região Metropolitana de São Paulo será reajustada a partir do dia 6 de janeiro de 2026.
O valor passará de R$ 5,20 para R$ 5,40, segundo anúncio do governo do estado de São Paulo. O aumento vale para o metrô, os trens da CPTM e as linhas operadas pela ViaMobilidade.
O reajuste representa um aumento de 3,85%, percentual que, de acordo com o governo estadual, fica abaixo da inflação acumulada no período, estimada em 4,46% pelo IPC-Fipe.
A gestão estadual é comandada pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Ônibus municipais também terão reajuste
Na mesma data, 6 de janeiro, a tarifa dos ônibus municipais da cidade de São Paulo também será reajustada. O valor passará de R$ 5,00 para R$ 5,30, conforme informou a Prefeitura de São Paulo.
Segundo a administração municipal, o novo valor também fica abaixo da inflação específica do transporte coletivo medida pelo IPC-Fipe. A proposta de reajuste será encaminhada para análise da Câmara Municipal.
Regras para créditos e Bilhete Único
A SPTrans informou que os créditos comprados até as 23h59 do dia 5 de janeiro, ainda no valor antigo de R$ 5,00, poderão ser utilizados por até 180 dias.
Após esse prazo, o sistema passará a descontar automaticamente o valor correspondente à nova tarifa de R$ 5,30.
Os limites de recarga permanecem os mesmos:
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até 200 tarifas para usuários do Vale-Transporte;
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até 100 tarifas para o Bilhete Único Comum.
O reajuste afeta milhões de passageiros que utilizam diariamente o transporte público na capital e na Região Metropolitana.
Apesar de ficar abaixo da inflação oficial, o aumento ocorre em um contexto de custo de vida elevado e reforça o peso do transporte no orçamento mensal dos trabalhadores.


