A apresentadora Poliana Abritta viralizou nas redes sociais após participar de uma dinâmica no Fantástico em que leu notícias utilizando gírias das gerações Z e Alpha.
Durante o quadro, a jornalista incorporou expressões populares entre jovens na internet, como “divou”, “serviu tudo” e “cringe”, em uma tentativa bem-humorada de traduzir o noticiário para a linguagem digital contemporânea.
A proposta surgiu com a ajuda de um integrante mais jovem da equipe, que guiou a apresentadora na leitura das manchetes adaptadas. O resultado foi um momento fora do padrão tradicional do telejornalismo e exatamente por isso, rapidamente ganhou tração online.
Trechos do vídeo começaram a circular nas redes sociais poucas horas após a exibição, com comentários destacando o contraste entre a formalidade típica do jornalismo televisivo e a leveza da brincadeira.
A reação foi majoritariamente positiva.
Internautas elogiaram o tom descontraído da apresentadora e a disposição em entrar na dinâmica sem resistência. Para muitos, o episódio mostrou uma tentativa bem-sucedida de aproximação com um público mais jovem, acostumado a consumir conteúdo em formatos mais informais.
Expressões como “confia na call” e “gag de la gag”, usadas durante o vídeo, reforçaram o caráter experimental do quadro e também evidenciaram o choque geracional que virou parte da graça do momento.
O episódio se insere em um movimento mais amplo da televisão aberta, que busca dialogar com a linguagem das redes sociais para manter relevância em um cenário de consumo fragmentado.
Ainda que pontual, a iniciativa mostra como programas tradicionais vêm testando formatos híbridos, misturando informação com elementos de entretenimento e cultura digital.
No caso de Poliana Abritta, o resultado foi imediato: um momento espontâneo, que rompeu a formalidade habitual e encontrou eco na internet, justamente onde essas expressões nasceram e se consolidaram.


