O ator Jean-Claude Van Damme, de 64 anos, está no centro de uma investigação conduzida pelas autoridades da Romênia.
O astro de filmes de ação teria mantido contato com um grupo de mulheres resgatadas de redes de exploração sexual, que atualmente estão sob proteção estatal.
Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Justiça romeno, Van Damme participou de eventos sociais e encontros privados nos quais algumas dessas mulheres estavam presentes.
A situação levantou suspeitas sobre a natureza dessas interações e motivou a abertura de uma investigação oficial.
As autoridades ressaltaram que qualquer contato com vítimas de tráfico humano deve seguir diretrizes rígidas, para não comprometer o processo de reabilitação e proteção dessas pessoas.
Até o momento, não há indícios de que o ator tenha ligação direta com as redes criminosas, mas os investigadores apuram se houve algum tipo de conduta inapropriada ou imprudente.
Fontes da polícia informaram que Van Damme poderá ser convocado a depor nos próximos dias. O ator ainda não se manifestou publicamente sobre o caso.
Sua equipe também não respondeu aos pedidos de comentário da imprensa internacional.
Enquanto isso, as mulheres envolvidas permanecem sob acompanhamento de serviços sociais e proteção policial reforçada.
O governo romeno destacou que a prioridade é garantir a integridade física e psicológica das vítimas, além de impedir que qualquer tipo de exposição adicional cause novos danos.
O episódio ganhou grande repercussão nas redes sociais e na imprensa europeia, principalmente pela notoriedade de Van Damme, conhecido mundialmente por clássicos do cinema de artes marciais e ação.
A investigação ainda está em estágio inicial, mas já levanta debates sobre o papel de figuras públicas em situações delicadas envolvendo vítimas de exploração.
Especialistas alertam que a simples proximidade de celebridades pode comprometer protocolos de segurança e até gerar risco de revitimização.
Até o momento, Van Damme segue em liberdade e sem acusações formais. As autoridades garantem que o caso será conduzido com rigor, mas pedem cautela diante da ausência de provas conclusivas.



