Entre as estreias que mais movimentaram conversas nas redes e entre fãs de terror em 2026, Obsessão vem se destacando como um dos títulos mais comentados da temporada.
Dirigido por Curry Barker, o longa aposta em uma combinação que mistura romance obsessivo, horror psicológico e elementos sobrenaturais, fórmula que ajudou a transformar o filme em assunto frequente entre críticos e público nas últimas semanas.
Qual é a história de Obsessão?
A trama acompanha Bear, interpretado por Michael Johnston, um jovem introvertido e apaixonado pela amiga de infância Nikki, vivida por Inde Navarrette.
Incapaz de lidar com os próprios sentimentos, ele encontra um objeto sobrenatural chamado “One Wish Willow”, capaz de realizar desejos. O pedido parece simples: fazer Nikki se apaixonar por ele.
O problema é que o desejo funciona.
O que começa como fantasia romântica vira um relacionamento sufocante, marcado por dependência emocional, paranoia e violência psicológica.
Diferente de produções apoiadas apenas em sustos rápidos, “Obsessão” constrói tensão de forma gradual. A direção trabalha o desconforto emocional e transforma situações cotidianas em algo perturbador.
Críticos têm comparado o longa a filmes recentes do chamado “terror autoral”, como:
- Corrente do Mal
- Noites Brutais
- A Hora do Mal
A atmosfera claustrofóbica e o foco em relações humanas tóxicas aparecem como alguns dos pontos mais elogiados nas análises.
Além da estética e do suspense, Obsessão ganhou repercussão por dialogar diretamente com temas contemporâneos, como:
- obsessão afetiva
- relacionamentos possessivos
- idealização romântica
- dependência emocional
A premissa aparentemente simples acabou ajudando o filme a viralizar justamente pelo desconforto que provoca.
Outro destaque é a atuação de Inde Navarrette, frequentemente apontada como um dos principais acertos do longa.
Com recepção positiva entre fãs do gênero e forte repercussão online, Obsessão consolida Curry Barker como um dos nomes observados pela nova geração do horror contemporâneo.
O filme transforma um desejo romântico em um pesadelo crescente e faz isso sem monstros gigantes ou sustos excessivos. O medo aqui nasce justamente daquilo que parece humano demais.


