O encanador mais famoso dos games voltou a dominar também as bilheterias. “Super Mario Galaxy: O Filme” ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão em arrecadação mundial e se tornou o primeiro longa de 2026 a atingir esse patamar.
Em cartaz desde abril, a produção alcançou US$ 1.000.028.930 após os números do último fim de semana, consolidando-se como o maior sucesso comercial do ano até agora.
Com o desempenho, o filme abriu vantagem sobre outros títulos recentes que disputam o topo global. Entre eles:
- “Michael”: US$ 888 milhões
- “Devoradores de Estrelas”: US$ 679 milhões
- “O Diabo Veste Prada 2”: US$ 663 milhões
- “Pegasus 3”: US$ 656 milhões
A diferença reforça o peso da franquia baseada nos jogos da Nintendo, que segue como uma das adaptações mais lucrativas da história do cinema.
Apesar do sucesso expressivo, a sequência ainda não deve superar o desempenho de “Super Mario Bros.: O Filme” (2023), que encerrou sua trajetória com US$ 1,36 bilhão arrecadados globalmente.
O primeiro longa se consolidou como a maior adaptação de videogame já feita para o cinema, um marco que ajudou a impulsionar o interesse pela continuação.
Na história de “Super Mario Galaxy: O Filme”, os irmãos Mario e Luigi partem para uma missão ainda maior após salvarem o Reino dos Cogumelos.
Desta vez, a dupla enfrenta uma ameaça de escala cósmica, que coloca toda a galáxia em risco. Ao lado de aliados conhecidos, como Princesa Peach, e novos personagens, como Yoshi, eles embarcam em uma jornada que amplia o universo apresentado no primeiro filme.
A produção mantém um elenco de vozes estrelado, com nomes conhecidos de Hollywood:
- Chris Pratt (Mario)
- Anya Taylor-Joy (Peach)
- Jack Black (Bowser)
- Charlie Day (Luigi)
- Keegan-Michael Key (Toad)
- Brie Larson e Donald Glover, entre os novos destaques
Mesmo ainda em cartaz em alguns mercados, o filme já começou a chegar às plataformas digitais, ampliando seu alcance e consolidando a estratégia de distribuição híbrida.
O resultado reforça não apenas a força da marca Mario, mas também o momento das adaptações de games no audiovisual, um segmento que deixou de ser aposta e passou a ser um dos pilares comerciais da indústria do entretenimento.


