Quase três décadas após sua morte, a Princesa Diana continua revelando facetas surpreendentes de sua vida fora dos palácios.
Uma nova biografia, Dianaworld: An Obsession, escrita por Edward White, traz à tona um episódio curioso ocorrido em 1988: a princesa teria se disfarçado de homem para viver uma noite de liberdade em uma boate LGBTQIAP+ de Londres, ao lado de Freddie Mercury, Kenny Everett e Cleo Rocos.
Segundo o autor, o grupo decidiu visitar o Royal Vauxhall Tavern, uma das casas noturnas mais icônicas da cena queer londrina.
Para evitar ser reconhecida, Diana vestiu uma jaqueta militar, um boné e grandes óculos escuros. O disfarce teria sido suficiente para que ela passasse despercebida entre os frequentadores.
“Ela entrou, pediu uma bebida e aproveitou a noite como qualquer pessoa comum”, descreve White.
A história já havia sido mencionada anos atrás pela atriz e comediante Cleo Rocos, que participou da aventura. No entanto, o novo livro detalha os bastidores e reforça a autenticidade do episódio, marcado pelo espírito rebelde e empático da princesa.
Ao que tudo indica, Diana conseguiu se divertir livremente e voltou para o Kensington Palace sem que ninguém tivesse notado sua presença.
O episódio é simbólico não apenas pela ousadia, mas também pelo contexto da época. Os anos 1980 foram marcados pela crise da AIDS e por forte estigmatização da comunidade LGBTQIAP+.
A presença de Diana em um ambiente como esse, mesmo que de forma anônima, ajuda a consolidar sua imagem de figura solidária, aberta e disposta a romper protocolos.
Freddie Mercury, estrela do Queen e um dos maiores ícones da música, era conhecido por sua vida noturna agitada e por frequentar o Royal Vauxhall Tavern.
A amizade improvável entre ele e a princesa reforça a conexão de Diana com mundos distantes da realeza, sempre cercada por um misto de curiosidade e afeto popular.
Mais de 25 anos após sua morte, Diana permanece como uma das figuras mais queridas da história britânica.
Episódios como este, revelados em biografias e testemunhos de amigos próximos, alimentam o fascínio por sua vida e reafirmam sua posição como símbolo de empatia, irreverência e humanidade dentro e fora do palácio.



