Camisa do Brasil é eleita a 2ª mais bonita da Copa de 2026

Levantamento do New York Times analisa os uniformes das 48 seleções e coloca Gana no topo da lista

A camisa da Seleção Brasileira foi eleita a segunda mais bonita da Copa do Mundo de 2026, em ranking publicado pelo The New York Times, em análise assinada pelo jornalista Nick Miller, do The Athletic. A avaliação considerou os uniformes principais das 48 seleções participantes do torneio.

Segundo a publicação, o Mundial vai além do futebol e se consolida também como um grande “desfile de moda” esportiva, reunindo peças que misturam tradição, identidade nacional e inovação estética.

No caso do Brasil, o destaque foi justamente essa combinação. O uniforme amarelo, já consagrado como um dos mais icônicos do esporte, aparece como um retorno a referências clássicas, com ajustes modernos no corte e nos detalhes.

Na análise, o jornalista destaca que a camisa brasileira é “muito, muito boa” e faz referência direta a versões históricas do uniforme, especialmente modelos utilizados em décadas passadas.

Entre os pontos observados:

  • Resgate de elementos clássicos, como gola e detalhes em verde
  • Referências a camisas históricas, incluindo versões dos anos 1980 e início dos anos 2000
  • Equilíbrio entre tradição e atualização estética

O texto também ressalta que, apesar de ser difícil errar no design do Brasil, a edição atual representa uma “retomada de forma” após modelos menos elogiados em ciclos anteriores.

O primeiro lugar ficou com a seleção de Gana, cujo uniforme foi descrito como um dos mais criativos da Copa. O design se inspira em padrões tradicionais do país e traz uma estética que remete a uma “teia multicolorida”, baseada em referências culturais locais.

O ranking completo percorre todas as seleções, destacando tanto acertos quanto críticas, com espaço para comentários sobre excesso de elementos visuais, falta de identidade ou execuções consideradas pouco inspiradas.

Ranking das camisas da Copa 2026, de acordo com o NY Times

  1. Gana
  2. Brasil
  3. Inglaterra
  4. Alemanha
  5. Marrocos
  6. Arábia Saudita
  7. Espanha
  8. Austrália
  9. Bélgica
  10. Cabo Verde
  11. Colômbia
  12. Escócia
  13. Argentina
  14. Costa do Marfim
  15. França
  16. Japão
  17. México
  18. Panamá
  19. África do Sul
  20. Suécia
  21. Portugal
  22. Paraguai
  23. RD Congo
  24. Tunísia
  25. Iraque
  26. Estados Unidos
  27. Noruega
  28. Jordânia
  29. Irã
  30. Curaçao
  31. Bósnia e Herzegovina
  32. Senegal
  33. Áustria
  34. Uzbequistão
  35. Uruguai
  36. Turquia
  37. Suíça
  38. Coreia do Sul
  39. Catar
  40. Nova Zelândia
  41. Argélia
  42. Holanda
  43. Haiti
  44. Egito
  45. Equador
  46. República Tcheca
  47. Canadá
  48. Croácia

Com a ampliação do torneio para 48 seleções, o número de uniformes também cresce e, com ele, a diversidade de estilos. Para o New York Times, isso transforma a competição em uma espécie de laboratório global de design esportivo.

A camisa do Brasil, mais uma vez, aparece nesse cenário não apenas como uniforme, mas como símbolo cultural consolidado, capaz de atravessar gerações sem perder relevância.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Envie sua notícia!

Participe do OCorre enviando notícias, fotos ou vídeos de fatos relevantes.
Preencha o formulário abaixo e, após verificação de nossa equipe, seu conteúdo poderá ser publicado.