Um assassinato em asilo chocou o estado de Maryland, nos Estados Unidos. A polícia prendeu Marquis Emilio James, de 22 anos, acusado de matar o milionário e filantropo Robert G. Fuller Jr., de 87 anos, dentro de uma casa de repouso em Potomac.
Segundo as autoridades, o crime ocorreu na manhã de 14/2, Dia dos Namorados nos EUA. O suspeito trabalhava como técnico de medicação no Cogir Potomac Senior Living, instituição considerada de alto padrão.
De acordo com a investigação, Marquis teria se disfarçado para não despertar suspeitas e desativado o sistema de alarme da porta que dava acesso ao quarto da vítima.
Imagens de segurança registraram o suspeito entrando e saindo do prédio no horário em que Fuller foi baleado na cabeça.
A polícia informou que nada foi roubado do quarto da vítima, o sistema de alarme foi desativado, toalhas de papel foram usadas para manter portas abertas e o suspeito apresentou comportamento considerado incomum após o turno.
Após ser abordado por colegas de trabalho, Marquis deixou o local antes que um supervisor fosse comunicado.
Na madrugada de 24/2, por volta das 3h30, um policial rodoviário abordou o carro do suspeito em West Baltimore por estar sem placas.
Segundo relato oficial, ao se aproximar do veículo, o agente foi surpreendido quando Marquis abriu a porta e disparou 2 tiros, sem atingir o policial.
O suspeito fugiu, mas investigadores encontraram uma cápsula de bala no local que correspondia às evidências balísticas do assassinato no asilo.
Uma força-tarefa com agentes estaduais e federais prendeu Marquis na tarde de 25/2, em Rockville, após breve perseguição a pé.
Ele foi indiciado por:
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Homicídio em primeiro grau
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Tentativa de homicídio contra agente da lei
A pena máxima prevista é prisão perpétua.
Durante buscas na residência do suspeito, policiais encontraram perucas e máscara feminina, que, segundo a investigação, correspondem ao disfarce utilizado no dia do crime.
Até o momento, a polícia não divulgou a motivação do assassinato.
Robert G. Fuller Jr. era conhecido por sua atuação filantrópica na região de Maryland. O caso segue sob investigação.


